que vinha de esgueio
co lombo esturricado
de caixa de fruta boa.
Num era pra ponhá reparo
nas cois quele dizia
o cumé quele falava
era simprão de tuda vida:
má cumé que pode
os hômi num dexa
eu tê a graça de proseá,
de logra procêis
di quandeu posava no mato
dos sono picado
que nóis guentava
pra módi podê termina
essa véia empreitada.
cansemo de sapeá
nas prosa das muié
pra sabê que quélachava.
Fazia as praça na cidade
era uns trei casório marcado
por praça que fazia.
Abrimo negócio
carcamo dinheiro no bolso
e saímo da pindaíba.
Larguemo de corta tora
abracemos amigo da cana,
vamo simbora pra cidade
pra vende verdura
pra famía de bacana.
4 comentários:
fausto, cara vc manda muito bem, parabems...abraços valdir guarapari
eita poeta bão sô. dá orguio inté de te um subrinho ansim...abraços Tio Vicente Lisboa.
Faço dos comentários acima os meus. Fico feliz em ter a oportunidade de passar aqui todos os dias e ler um pouco de você.
Parabéns, mesmo!
Pois intão, num é intão?! carcule comigo. Valeu Fautinho bjo.
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