16.6.11

Sozinho eu diminuo a luz
abro o meu melhor vinho
e levanto a taça num brinde
que não existe, mas sorrio.

Sozinho me recosto no sofá
respiro fundo e comemoro
são só pequenas vitórias
que ninguém vai compartilhar.

Sozinho ouço minhas músicas
esboço um passo de dança
e imagino um grandioso salão
há alegria em mim e mais ninguém.

E já na derradeira alegria
que toda comemoração tem
eu me abraço forte e espero.
Há esperança de chegar alguém.

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