13.6.10

quero voltar pro mato
que no mato não tenho pressa
não tenho toda essa
agitação que não quero
[afasto]

e, de prima, faço
aquele olhar longínquo
e de súbito vejo
através dos muros
[alcanço]

outra e outra vez
sinto sob os pés
o chão que não é
nem lodo nem pedra
[sonho]

e deitado, já dormindo
meio acordado sinto
um esboço de sorriso
[sumo]

2 comentários:

Anônimo disse...

as.Sumo.

j. disse...

ei, parceiro, este poema canta!